Nesta página, pode ler sobre os juízes de renome internacional e independente do Tribunal Monsanto. Os advogados são apresentados abaixo os juízes.

Juízes


Dior Fall Sow, Senegal, e uma consultor ao Tribunal Penal Internacional, uma ex-advogado-geral do Tribunal Penal Internacional para o Ruanda, e membro fundador e presidente honorário do Senegal Lawyers Association (AJS).

Sendo a primeira mulher a ser nomeada como procuradora publica no Senegal, Sow também ja trabalhou como oficial da Order National du Mérite (Senegal). Ela ja participou em varias conferencias e seminários sobre direitos humans, paz e segurança, direito internacional humanitário, e de justiça penal internacional e muitos países, incluindo a Suíça, Bélgica, Áustria, Itália, e os EUA.

Ela também e autora de vários trabalhos de pesquisa sobre questões legais. As suas ocupações anteriores incluem: diretora nacional de Juvenile Correctional Education and Social Welfare; diretora de negócios jurídicos em SONATEL; advogado-geral no escritório do Procurador do TPIR; e principal advogado-geral para a Divisão de Apelação de TPIR.

Jorge Fernández Souza, México, e juiz do Tribunal de Contencioso Administrativo da Cidade do México.

Ele ja foi: Delegado Governamental do Distrito Federal na Delegação Miguel Hidalgo; membro do Conselho do Judiciário do Distrito Federal; Diretor da divisão de Ciências Sociais e Humanidade e Chefe do Departamento de Direito na Universidade Autônoma Metropolitana Unidad Azcapotzalco; Avalista no Tribunal Permanente dos Povos, Capítulo México; Advisor de Arbitragem da Comissão Nacional (CONAI) entre o Exercito Zapatista de Libertação Nacional e o governo Mexicano; Juiz relator do Tribunal Russell sobre a repressão na America Latina.

Jorge Fernández Souza também é autor de varias publicações sobre temas legais e sociais.

Eleonora Lamm, Argentina, e Diretora de Direitos Humanos no Supremo Tribunal de Justiça de Mendoza.

Ela tem um PhD em Bioética e Direitor, um mestrado em Bioética e Direito, e um mestrado em Direito de Familia da Universidade de Barcelona, Espanha, aonde ela e professora de bioética.

Ela e membro do Observatorio de Bioética e Direito da Universidade de Barcelona e do Centro de Bioetica da Universidade de Buenos Aires. Eleonora Lamm tambem tem experiência como pesquisadora no Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET, Argentina), um consultor de bioética e direito na Universitat Oberta de Cataluñ, e como diretora de carreira de Bioética na Universidade de Mendoza.

Ela for nomeada por o Presidente do Supremo Tribunal de Argentina para participar na comissão criada pelo Decreto-Lei 191/2011 para reformar e atualizar o Código Civil e Comercial de Argentina. 

Finalmente, Eleonora Lamm é autor de vários livros, capítulos de livros, artigos em revistas publicadas na Argentina, Reino Unido, França, Colômbia, Brasil, Espanha, Uruguai e Chile, e mais. Ela participa regularmente como orador em conferências internacionais.

 

Steven Shrybman (Canada) e um parceiro do escritório de advocacia de Goldblatt Partners LLP e pratica direito internacional de comercio e publico em Toronto e Ottawa.

O seu litígio e advocacia inclui questões nacionais e internacionais de direito humanos, direito ambiental, direito comercial, processo democrático, propriedade intelectual, direito da saúde e outros serviços públicos.

Ele tem escrito extensivamente sobre o direito comercio e investimento, e o seu trabalho sobre a relação entre o comércio livre e o ambiente foi seminal em 1980. Ele representou grupos da sociedade civil e sindicatos em vários disputos de investidor-Estado e disputas comercias na OMC. 

Steven Shrybam e membro do Boards of the Council of Canadians e o Institute for Agriculture and Trade Policy. 

 

Françoise Tulkens, Bélgica, tem um Doutorado em Direito, um Mestrado em Criminologia, e um certificado de ensino superior em Direito.

Ela era uma professora na Universidade de Louvain (Bélgica) e ja ensinou como professora assistente nas Universidades de Genebra, Leven, Otawa, Paris I, Rennes, Estrasburgo e Louisiana State University, nas areas de direito penal, comparado, Europeu, justiça juvenil, e sistemas de protecção dos direitos humanos. 

Entre Novembro de 1998 e Setembro de 2012 ela era uma juiz no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e trabalhou como presidente da seção desde Janeiro de 2007 e como vice-presidente do Tribunal desde Fevereiro de 2011. Ela  e membro associado da Academia Real da Bélgica desde 2011. Entre 2011 e 2015 ela presidiu o Conselho de Governadores da Fundação King Baudouin.  Em Setembro de 2012 ela foi nomeada para o Painel Consultivo de Direitos Humanos das Nações Unidas para Kosovo. 

Desde Junho de 2013 ela e membro da comissão cientifica da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA), aonde ela e atualmente o vice-presidente. Tulkens e autora de muitas publicações nas areas de direitos humanos e direito penal e co-autora de livros de referência. Ela tem doutorados honorários das Universidades de Genebra, Limoges, Otawa, Ghent, Liege e Brighton.

Advogados


Dr. Gwynn MacCarrick, Australia, 

é ex-jurista no Gabinete do Procurador no Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslavia e ex-advogada de defesa de um comandante da milícia acusado por crimes contra a humanidade perante o Painel Especial das Nações Unidas para Crimes Graves em Dili, Timor Leste. Ela comporá o fundamento de ecocídio. 

“O trabalho do Monsanto Tribunal contribuirá ao desenvolvimento progressivo do direito internacional, esclarecendo as responsabilidades de direitos humanos das empresas e informando o debate internacional sobre se o direito internacional penal deve evoluir para incluir o crime de ecocídio”

Dr. Jackson Nyamuya Maogoto, Reino Unido, ira lidar com a questão se Monsanto e cúmplice em crimes de guerra tal como definido no artigo 8(2) do Tribunal Penal Internacional. Ele e um professor de Direito International na Universidade de Manchester.

“O potencial para as empresas serem autores de crimes internacionais for legalmente reconhecido por o Tribunal de Nuremberg, que considerou industrias alemães privadas penalmente responsáveis por apoiar o esforço de guerra da Alemanha. Esta decisão importante de Nuremberg for discretamente subsumido ao longo de décadas por o complexo militar-industrial. É altura de reativar a cumplicidade e responsabilidade das corporações. O Monsanto Tribunal ira ressuscitar o legado de Nuremberg e relembrar a estrutura do direito internacional- que atores de negócios podem estar envolvidos em crimes internacionais.”

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